Terça-feira, 20 de Maio de 2008

O desenvolvimento industrial: Conclusão 2ª Parte

 

            As zonas envolventes ao rio Cávado, Ave e Tâmega, onde grande parte dessa indústria se localizava, foram gravemente afectadas pela falência de grandes unidades fabris. O facto de serem de trabalho intensivo agravou ainda mais a situação pelo desemprego gerado. Por este facto, discernimos que a indústria mais tradicional (têxteis e calçado) não é competitiva na maioria dos países desenvolvidos, salvo a excepção preconizada por marcas de sucesso e de grande renome. Os elevados salários incrementam a competitividade destas produções fora da Europa, América do Norte, Japão e Austrália. Por este motivo, devemos desenvolver uma indústria que necessite, preferencialmente, de mão-de-obra qualificada, não existente nos países em vias de desenvolvimento. Neste aspecto, Portugal poderá ter algo a dizer uma vez que pratica ordenados relativamente reduzidos em relação aos países mais ricos do mundo, dando-nos assim uma vantagem competitiva neste âmbito.

            Um desenvolvimento industrial com base na qualificação do factor trabalho e da forte articulação entre as empresas e o politécnico (repare-se que, num modelo desenvolvido do ensino superior, as empresas têm que ver nas instituições deste tipo de ensino um meio de alcançar a competitividade através da formação, daí defendermos esta modalidade de articulação), será a via primária para o completo desenvolvimento da cidade de Viseu.

publicado por showviseense às 16:00
link do post | comentar | favorito

Selecção Nacional

Num aparte ao trabalho, esta semana, Viseu está em festa com a chegada da Selecção portuguesa de futebol, para o estágio para o Campeonato Europeu de Futebol.

Os jogadores estão instalados no Hotel Montebelo, onde teem todas as condições para desenvolver um bom trabalho e se prepararem para este torneio.

 

 No primeiro dia a euforia foi enorme, e os jogadores foram recebidos de uma maneira euforica. (continua..)

publicado por showviseense às 15:40
link do post | comentar | favorito
Domingo, 18 de Maio de 2008

Desenvolvimento Industrial: conclusão

 

            Ao longo deste período viemos a desenvolver um trabalho e uma pesquisa no sentido de descobrir e dar o nosso parecer acerca da forma e da possibilidade de desenvolver Viseu industrialmente. Um concelho que vive do comércio e de uma prática agrícola incipiente (falta de aptidão dos solos para este tipo de actividade) tem de ter na indústria uma oportunidade de se desenvolver ao nível de cidades que são exemplo a nível nacional. O nosso Presidente da Câmara, que afirma querer tornar a cidade um “jardim”, não deverá concordar de todo com este nosso ideal, mas talvez, se reflectisse sobre os casos de sucesso mundial, ponderaria a sua posição. Suécia, Noruega, Finlândia, Alemanha, Canadá, Austrália, entre tantos outros casos de sucesso no contexto mundial, não se desenvolveram com os rendimentos gerados pela plantação de “jardins”. A beleza de uma cidade e a preservação do ambiente são sem dúvida importantes, mas isso não é possível sem primeiro existir desenvolvimento e riqueza, e a indústria aí tem algo a dizer.

            Quando falamos em desenvolvimento industrial, convém salientar que não nos referimos a qualquer tipo de indústria. A zona Norte tem vindo, ao longo dos anos, a ganhar o estatuto de principal “potência industrial” do país. Na realidade, este desenvolvimento com base no sector secundário foi gravemente posto em causa com o processo de globalização. A primazia dos têxteis e calçado nesta região não tem conseguido responder à crescente influência proveniente do Oriente.  

publicado por showviseense às 14:33
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Além do que foi dito

          Além do que foi dito, vamos escrever alguns tópicos sobre práticas a seguir de forma a alcançar a sustentabilidade industrial:

  • Não construir perto de zonas ribeirinhas;
  • Usar materiais não derivados no petróleo na construição da unidade fabril;
  • Empregar essencialmente mão-de-obra qualificada;
  • Evitar os efluentes através do seu tratamento;
publicado por showviseense às 15:34
link do post | comentar | favorito

2ª fase

         O desenvolvimento, inicialmente pouco sustentável, da indústria chegará a um ponto que esta deixa a sua insipiência de parte e obtêm alguma estabilidade financeira e até credibilidade local / nacional / internacional. Neste momento podemos intervir no normal funcionamento e decorrer da actividade económica para exigir que se respeite o meio ambiente e se proporcione um desenvolvimento sustentável. Para tal, as indústrias devem começar pela sua própria inovação a nível tecnológico. Como é sabido, as tecnologias mais sofisticadas e avançadas são também aquelas que menos poluem e ,muitas vezes ,menos consomem energia, o que significa uma redução bilateral das emissões de gases de efeito de estufa. Estas também diminuem o desperdício e os possíveis efluentes, o que contribui também para o equilíbrio ecológico.

.

.

.

publicado por showviseense às 14:02
link do post | comentar | favorito

.Maio 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
19
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. O desenvolvimento industr...

. Selecção Nacional

. Desenvolvimento Industria...

. Além do que foi dito

. 2ª fase

. Será Suficiente?

. Como fazer

. Centro Pedestre

. Transição

. Após as férias..

.arquivos

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds